terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Felicidade, tão perto e ... tão longe!

Um dia, enquanto os outros descansavam, o Homem e a Felicidade decidiram jogar às escondidas. Mas eram tão inseparáveis que não tardavam a encontrar-se imediatamente. Cada vez, era mais difícil encontrar um lugar diferente onde esconder-se. Acontece que, quando tocou a vez de ser a Felicidade a esconder-se, a Mentira, que passeava por ali disfarçada de Verdade, aconselhou-a a que se escondesse dentro do Homem, porque esse seria o último lugar onde lhe ocorreria procurar. A Felicidade assim fez. Aproveitando um descuido do homem, introduziu-se no seu coração.
Quando o Homem se pôs a procurá-la, não havia maneira de a poder encontrar. O tempo passava e começou a crescer nele o medo de que tivesse acontecido algo à Felicidade. O certo é que não podia viver sem ela. A Felicidade gritava desde o coração do Homem, para lhe dizer onde estava, mas o Homem estava tão preocupado em buscá-la por fora que não prestava atenção ao seu interior. E quando isso acontece, as portas do coração fecham-se, deixando nele encerradas todas as suas riquezas. Então a Mentira, disfarçada de Verdade, aproximou-se do Homem para lhe dizer que tinha visto a Felicidade a caminhar pelo caminho que levava ao Reino da Obscuridade. O homem, sem duvidar, correu para esse reino. Mas quanto mais avançava naquela direcção, algo muito forte dentro dele lhe dizia que esse não era o caminho certo. Deteve-se um momento, na sua frenética correria, e logo começou a escutar os gritos desesperados da Felicidade, que o chamava desde a profundidade do seu coração.
A partir de então, decidiram tornar-se inseparáveis e não se perderam de vista, para que a Mentira não os voltasse a enganar. E assim, a Felicidade ficou para sempre a residir no mais profundo do coração humano.


Com amor,
SEMPREMAIS 

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Lugares de Beleza: Pais maus

Um dia quando os meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães, eu hei de dizer-lhes:
- Eu amei-vos o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão.
- Eu amei-vos o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.
- Eu amei-vos o suficiente para vos fazer pagar os rebuçados que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro, e vos fazer dizer ao dono: “Nós tiramos isto ontem e queríamos pagar”.
- Eu amei-vos o suficiente para ter ficado em pé, junto de vocês, duas horas, enquanto limpavam o vosso quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
- Eu amei-vos o suficiente para vos deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.
- Eu amei-vos o suficiente para vos deixar assumir a responsabilidade das vossas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
- Mais do que tudo, eu amei-vos o suficiente para vos dizer NÃO, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em alguns momentos até odiaram).
Estas eram as mais difíceis batalhas de todas. Estou contente, venci... Porque no final vocês venceram também! E qualquer dia, quando os meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães; quando eles lhes perguntarem se os seus pais eram maus, os meus filhos vão lhes dizer:
- “Sim, os nossos pais eram maus. Eram os piores do mundo...As outras crianças comiam doces no café e nós só tinhamos que comer cereais, ovos, torradas. As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvetes ao almoço e nós tinhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. Nossos pais tinham que saber quem eram os nossos amigos e o que nós fazíamos com eles.
- “Insistiam que lhes disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos. Nossos pais insistiam sempre conosco para que lhes disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade.
- E quando éramos adolescentes, eles conseguiam até ler os nossos pensamentos. A nossa vida era mesmo chata”!
- Nossos pais não deixavam os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos; tinham que subir, bater à porta, para que os nossos pais os conhecessem.
- Enquanto todos podiam voltar tarde da noite com 12 anos, tivemos que esperar pelo menos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aqueles chatos levantavam para saber se a festa foi boa (só para verem como estávamos ao voltar)”.
- “Por causa dos nossos pais, nós perdemos imensas experiências na adolescência. Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime. FOI TUDO POR CAUSA DOS NOSSOS PAIS!”
“Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o melhor para sermos “PAIS MAUS”, como eles foram. EU ACHO QUE ESTE É UM DOS MALES DO MUNDO DE HOJE:
- NÃO HÁ PAIS MAUS SUFICIENTES”!

Fonte: lugaresdebeleza.blogspot.com

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Solenidade da Epifania do Senhor!

“Ofereceram-Lhe presentes: ouro, incenso e mirra”. São sinais de Cristo, Rei, Deus verdadeiro e Homem verdadeiro. Pelo número das ofertas, a tradição tratou de presumir que eram três. E até lhes deu nomes. Vinham do Oriente e, seguindo a estrela, “sentiram grande alegria” ao verem que ela parara “sobre o lugar onde estava o Menino”. Já não regressariam a casa pelo mesmo caminho, ou seja, como costumamos dizer, arrepiaram caminho. Nós também viemos adorá-l’O e queremos voltar para casa transformados por esta presença sempre nova de Deus entre os Homens.

Fonte: abcdacatequese.com
SempreMais

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Um projecto de VIDA!

Queridos,

Após a pausa do Natal, sábado regressamos aos nossos encontros semanais para, juntos, nos debruçarmos sobre o tema: "Um projecto de Vida"!
Aqui fica uma apresentação como modo de introdução a este tema:



Com muito, muito amor,
SEMPREMAIS

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

2012 ..! Ano de ..!

Estamos em 2012! Esse ano com tantos agoiros, pessimismo negro incutido pelos média, que todos os dias assaltam a nossa sala, a nossa cozinha através da televisão! Tudo se resume a uma palavra: CRISE! CRISE! CRISE! E, desta vez, presenteiam-nos com mais uma palavra, desconhecida há um par de meses: a TROIKA!
Que raio de palavra, (perdoem-me a expressão)! É feia, antipática e pior de tudo ... é negra, escura! Não gosto! E, por isso, hoje vou TROIKAR o seu significado. 
Vamos, neste ano de 2012, troikar a palavra crise por esperança!
Neste ano de 2012, vamos levar a Esperança às vitimas desta crise, vamos presentear esses, os que precisam, com a nossa presença, com o nosso amor!
Vamos troikar o pessimismo pelo optimismo que vem impresso na mensagem de Jesus! 
Vamos troikar os agoiros pela boa nova que transpira nos evangelhos!
Vamos troikar o tempo que dispensamos a esses, os que agoiram, a sermos esperança, mensageiros da boa nova!
Para nós, cristãos, palavras como a crise e essa outra, feia, negra, a troika, são suplantadas pela mensagem de AMOR que Jesus nos deixou: "AMAI-VOS UNS AOS OUTROS, COMO EU VOS AMEI"! E como nos amou! ... Contudo não precisamos de elevar o nosso amor aos nossos irmãos a esse patamar (diria humanamente impossível), basta uma ínfima parte, para sermos a ESPERANÇA e, juntos somos capazes!
Até sábado!

Com muito, muito AMOR,
SEMPREMAIS